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HACKDAY no IFPA Campus Santarém

  • Publicado: Quarta, 09 de Maio de 2018, 23h28
  • Última atualização em Quinta, 10 de Maio de 2018, 11h43

Durante a manhã do dia 03 de maio, foi promovido o evento “Hackday”, no auditório do IFPA, em que duas equipes apresentaram seus projetos de aplicativo, visando a participação no evento Technovation Changele, sediado nos Estados Unidos. Na ocasião, cada equipe mostrou seu aplicativo diante de um júri técnico, que dava dicas e fazia observações acerca da exposição do conteúdo, objetivando a otimização tanto da exposição, quanto do próprio aplicativo.

Uma das equipes, cujo mentor é o professor Kleberson Serique, criou um aplicativo voltado para o turismo na região. A peculiaridade está no fato de ser uma ideia de mulheres para atender mulheres. Segundo as alunas, cria-se um clima de segurança para as usuárias. Além disso, o trabalho pode ser uma ótima ferramenta para fortalecer o turismo na região. O aplicativo Women’s friendly tour visa conectar mulheres a serviços que sejam “women’s friendly” para fazerem o turismo na região.

O professor Taicyr Carvalho é o mentor da equipe que criou o aplicativo “Glin Glin”. Quem se cadastrar no “Glin Glin” poderá requerer serviços de maneira informal com profissionais que atuam, por exemplo, na troca de uma lâmpada, ou no corte de gramas. As idealizadoras já pensam em favorecer todo o processo, no futuro: “a pessoa informa quais os dias e horários melhores que ela tem disponibilidade para estar na casa dela e, assim o aplicativo vai traçar um perfil personalizado pra ela”, afirma o professor.

Este ano, o norte do Brasil conta com três equipes representantes. Duas são do IFPA campus Santarém. O objetivo do evento é incentivar meninas a interessarem-se por tecnologia e, a partir disso, mudarem a realidade em que vivem.

O Professor Kleberson Serique , também tutor de uma das equipes, falou sobre a importância de eventos como esse: “A computação começou com mulheres, elas foram as primeiras programadoras, e em determinado momento da história começou a se criar essa masculinização na área, por isso a ideia do evento”.

 

O PROJETO NOS ESTADOS UNIDOS

 

As alunas estão competindo internacionalmente com o objetivo de ir para a California, nos EUA, país sede do projeto Technovation Chalange, que iniciou em 2010, com 43 meninas. No ano seguinte, aumentou para 122 participantes e, em 2012, quinhentas. A partir de 2013, o projeto foi expandido a 19 países. Entre esses países, estava o Brasil, que teve uma equipe entre os finalistas. A equipe de Santos, São Paulo, ficou em terceiro lugar.  O projeto, que trabalha com alunas do ensino fundamental, médio e superior, acolhe ideias capazes de mudar o ambiente em que as meninas que desenvolvem os aplicativos estão inseridas. A professora Maria Lina, convidada para palestrar no evento dessa quinta-feira, foi mentora de uma equipe de alunas da 2ª série do Ensino Médio do Colégio Dom Amando, em 2014. O projeto “GreenBaby” ficou em oitavo lugar na competição internacional.

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